In memoriam a Daniel Arara

“Grandes amigos e grandes heróis nunca são esquecidos!”

Por Patrick

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Para ver a Torre do Cavaleiro Vampiro, primeira parte, clique aqui.

Personagens envolvidos:
Alexander Feldown – humano borgon – guerreiro
Alucard Sabat – elfo prateado – guerreiro
Head Cloude – elfo dourado – hardo
Joshua Wenishy Poderkaine – humano motaviano – paladino
Lancelot Tasselroff – humano ariano – clérigo do deus da guerra
Markin S’man Thintalion – elfo dourado – guerreiro e mago

NPCs envolvidos:
Alexandra Folrean – humana borgon – evocadora
Anti Rolf – humano vampiro – guerreiro e mago
Dullihan Beldorin – humano borgon – clérigo da deusa da luz
Dustran Ceifeiro (Ravelock) – lich – sumo sacerdote do deus da morte
Hawkins Folrean – humano borgon – guerreiro
Nascar Fullcloth – humano motaviano – ninja
Sasha Galberick – humano motaviano – guerreiro
Scorloth Obscuro – homem lagarto – guerreiro

Ordens envolvidas:
Cavaleiros da Luz Celestial (CaLuCes)
Cavaleiros do Crepúsculo Dourado
Cultistas da Morte

A grande ofensiva dos Heróis do Crepúsculo.

Decididos a elimiarem aquele que consideravam a maior ameaça a Britúnia, de uma vez por todas, a Ordem dos Cavaleiros do Crepúsculo Dourado, após longas reuniões, convocou e aguardou a chegada de todos os seus integrantes para uma ousada missão: adentrar o Castelo Karnabone, também conhecido como o Castelo do Rei Sanguinário, para derrotarem o Lorde Grã-Vampiro, Feylock Von Thenebrian.

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Os Cavaleiros do Crepúsculo decidiram por fim a existência de Lorde Feylock Von Thenbrian. Por Michael_Komarck_painting4

A missão era conhecida como mortífera, e da qual eles tinham conhecimento que certamente levaria a morte de alguns de seus intregrantes, mas uma importante notícia, vinda de alguns informantes que haviam chegado na Britúnia, com uma grande caravana sob as benção da Senhora da Luz, Philaha, despertou neles o interesse em seguir com o plano ousado.

Segundo o líder da caravana, a Ordem dos Cavaleiros da Luz Celestial havia seguido rumo a Abagon, com o propósito de eliminarem vampiros que haviam se instalado numa torre abandonda nos limites daquele território.

Lorde Hawkins e Nor Planth Aldarph, fundadores da ordem, decidiram que utiliariam o ardil provocado pela nobre ordem CaLuCe, que colaboraria com o plano de ataque frontal as forças de Feylock, que estaria com seu poderia dividido, possibilitando algo que até aquele momento havia sido impensado por qualquer grupo de heróis: um ataque direto ao coração do Reino de Abagon.

abagon-ruas-de-600x314 A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte

Eles pretendiam um ataque direto ao âmago do reino maldito.

Segundo Lady Elizabeth e Sir Hawkins II (ambos, filhos de Lorde Hawkins), havia um CaLuCe convalescendo no Reino, que colaboraria com a estória contada pelo líder da caravana e que poderia fornecer grande ajuda, apesar de ter sido mutilado por homens lagartos. Seu nome era Markin S’Man Tinthalion, um alto elfo, de coração gentil e grande inteligência – sem conhecer, ele havia aprendido a língua borgon, em poucas semanas.

Intrigado com a estória, Lorde Hawkins solicitou que ele tivesse sua mão regenerada pelos clérigos de Philaha, com a condição de que ele apoiasse a causa e seguisse com a ordem do crepúsculo. Assim, Alexandra Folrean, irmã de Lorde Hawkins e Elizabeth sua filha, foram persuadir o elfo, para garantir sua participação na grande ofensiva que estava sendo organizada.

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A partida da grande comitiva e o intento de Lorde Hawkins.

Britunia-600x225 A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte

Reino da Britúnia.

Ao ser informado da grade ofensiva que os Cavaleiros do Crepúsculo Dourado estavam orquestrando e saber que seus antigos aliados estariam tão próximos, Tinthalion não titubeou em ingressar temporariamente na ordem e seguir com eles rumo à Abagon.

Ao ter sua mão direita regenerada e sentir as forças totais, o alto elfo foi munido com armas, armaduras, equipamentos e montaria e foi, acompanhado por Sir Hawkin II e maga Alexandra, ao encontro do grupo inteiro, no ponto de partida combinado: nos limites do Reino da Britúnia.

Ao chegar no ponto de partida da jornada, sob nuvens que despejavam flocos de neve sob aqueles que cavalgavam, encontrou um grande e imponete grupo, que ria descontraidamente de alguma situação do passado, mas se contiveram com a chegada do trio que se apresentava.

Era um total de 16 integrantes que se destacavam dos demais – contando consigo mesmo, além de haverem mais 20 homens armados, entre soldados, batedores e acólitos.

A tática era dividir o grande grupo em pequenos grupos, formando 7 desses grupos (por aconselhamentos dos anões do grupo, que entendiam o número como de bom presságio e por estar relacionado com o histórico do Lorde Vampiro). Com no máximo 5 integrantes, as comitivas deveriam seguir separadamente, por caminhos diferentes e se reuniriam na capital de Abagon, a lúgubre Cidade Fortaleza de Karnabone (com arquitetura gótica).

Os integrantes de destaque daquele que ficou conhecida como a Grande Companhia Crepuscular, eram:

  1. Lorde Hawkins Folrean (humano) – Senhor da Guerra da Britúnia;
  2. Nor Planth Aldarph (elfo-florestal) – Guerreiro Mago;
  3. Lady Alexadra Folrean (humano) – Arquemaga Real da Britúnia;
  4. Beldorin Exford (humano) – bardo;
  5. Heldrath Machadotrovão (anão) – guerreiro;
  6. Kendrix Almaterrena  (humano) – feiticeiro;
  7. Lady Valentine Ingranserra  (humana) – paladina;
  8. Korvalth Ulosdrath de Philaha (anão) – clérigo da luz;
  9. Salas Ulosdrath de Ophir (anã) – clériga do dragão de prata;
  10. Sendrass Verdemanto (elfo-florestal) – rastreador;
  11. Kardeskrainen Killman – Karde Facaligeira (halfling) – ladino;
  12. Damian Gerelmaide (meio-elfo) – druida;
  13. Atelstan Machado de Magnus (humano) – clérigo da guerra;
  14. Sir Hawkins Folrean II (humano) – Cavaleiro da Britúnia;
  15. Sir Oswald Hedrath (humano) – mago da corte da Britúnia;
  16. Markin S’man Tinthalion (alto-elfo) – guerreiro mago da Ordem CaLuCe.
crivon-herois-do-crepusculo-600x338 A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte

Após muitos invernos e um grande propósito, após alguns dias, os Cavaleiros do Crepúsculo Dourado foi reunidos nos limites do Reino da Britúnia.

Saindo da Britúnia, a grande comitiva seguiu a toda velocidade. Sendo, após um breve trecho, onde Markins mais uma vez elogiou a inciativa e ousadia daquele intento da Ordem dos Cavaleiros do Crepúscolo, ele destacou a imperatividade de auxiliarem os membros da sua Ordem CaLuCe, pois eles poderiam precisar de ajuda.

Após um longo e embasado apelo ao líder daquela comitiva, Lorde Hawkins decidiu que despacharia o guerreiro mago para a torre onde seus aliados estariam, lamentado não poder contar com sua presença dele na campanha que empreenderiam. No entanto, ele alertou que não o enviaria sozinho, destacando dois integrantes de sua comitiva para garantir o suporte, que julgou, necessário ao grupo CaLuCe.

Assim, ele enviou com Markin, um rastreador chamado Ralph, Sir Hawkins (seu filho) e Lady Alexandra, mas imbuiu aos seus dois colegas de ordem (Hawkins e Alexandra) a tarefa de conseguirem reforços entre aqueles que sobrevivessem e se mostrassem disponíveis, após a missão na torre.

crivon-Lorde-hawins-borgstania-450x600 A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte

Lorde Hawkins Folrean, Senhor da Guerra da Britúnia, antigo Líder da Ordem dos Cavaleiros do Crepúsculo Dourado.

Criando montarias fantasmagóricas, muito mais velozes que as montaria comuns, o quarteto partiu na frente, como batedores da grande comitiva. Em seu intimo, Lorde Hawkins tinha como intento a esperança de que enviando aqueles dois integrantes com Markin, não só garantiria a sobrevida e sucesso da missão CaLuCe, como também desorientaria os espiões de Abagon, que poderiam acreditar que os Cavaleiros do Crepúsculo estariam se dirigindo para a torre no pântano.

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Um sacrifício proporcional.

Cavalgando a todo vapor, como o próprio vento, o quarteto de cavaleiros seguiu jornada em suas montarias fantasmagóricas rumo a Torre do Cavaleiro Vampiro. Deixando muitos quilômetros para trás, o reino foi sumindo num horizonte fechado pelo inverno que havia começado dias atrás.

crivon-montaria-fantasmagorica-espectral A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte

Montados em cavalos espectrais como este, o quarto avançou como o vento.

O elfo dourado Markin S’man Thintalion, enquanto segurava as rédeas de sua montaria mágica, olhou para sua mão direita e a fechou em punho, sentindo seus dedos apertarem-se no movimento, como se ainda não acreditasse que havia recobrado aquela mão (por intermédio dos Cavaleiros do Crepúsculo Dourado, que intercederam com os clérigos daquele reino ao saberem de sua identidade).

Tinthalion pensou que talvez todo aquele tormento que havia passado, enquanto esteve sob o julgo dos brutais homens lagartos dos pântanos da Britúnia – após seu retorno do Plano do Sol Negro, tivesse sido um terrível pesadelo, de tão longínquo que agora o imaginava. Ele olhou para seus aliados, com quem ha algumas semanas atrás, havia iniciado um breve convívio, assim como outros outros bórgons dos quais sentiu afinidade e respeito.

Falando com seus novos companheiros, no novo idioma borgón, que teve que aprender para conseguir se comunicar com aquele povo muitas vezes preconceituoso, mas de hábitos heroicos e diligentes, ele procurou saber mais sobre a torre para a qual estavam se dirigindo.

Sir Hawkins Folrean II, um dos líderes daquela ordem, que se assemelhava em muitos princípios a sua ordem CaLuCe, lhe disse que segundo fontes seguras, um tipo de fortificação abandonada, que havia aparecido nos limites do Reino de Abagon, numa área onde somente haviam charcos outrora, estava infestada de mortos-vivos e cultistas sombrios.

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Sir Hawkins passou mais informações para Markin.

Segundo se soube, a estrutura estava sendo habitada por um lorde vampiro que possuía um dragão negro protegendo os arredores da torre. O lorde vampiro e seus asseclas seriam os responsáveis pelos sequestros de caravanas inteiras na grande Estrada Imperial da Borgstânia.

Além de assassinarem e sequestrarem aldeões de vilas nos limites da Britúnia. Local, ao qual possuía um mapa – o exibiu para o alto elfo, indicando as coordenadas e trilhas a serem percorridas, com base nos escritos de batedores, que se sacrificaram para trazerem aquelas informações, além de que contaria com Ralph, um experimentado rastreador e sobrevivente da missão que lhes trouxe aquelas informações sobre a torre.

Hawkins, informou Markin, que seu Pai, sabendo que uma grande tropa não poderia ser despachada sem que se criasse um conflito armado entre os dois reinos (Britúnia e Abagon), Lorde Hawkins, sob risco de expulsão de seu Reino, solicitou a Vsa. Majestade o Rei Durval Tirel IV, destituição do cargo de Senhor da Guerra da Britúnia e com um pequeno grupo decidiu marchar, para o tudo ou nada contra o Lorde Vampiro Feylock Von Thenebrian.

Tinthalion deduziu que aqueles homens e mulheres estavam indo contra as leis em prol de um bem maior. Continou a jornada em silêncio, pois imaginou que o sacrifício ali posto era proporcional ao tamanho da demanda que eles se propunham a cumprir.

Para ver a continuação, clique aqui.

Criação e elaboração: Patrick, Aharon, Michel, Bruno Santos, Bruno Freitas, Eber Santana e Daniel Arara.
Fontes de imagens: internet
Autoria da imagem da capa do artigo: Shin

A Torre do Cavaleiro Vampiro, segunda parte
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