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No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Liam e seus companheiros conseguem fugir de Langroth e são transportados para dentro do Covil de Morbrind. Eles dão inicio a busca por Hejaz desbravando os perigos do Plano das Sombras.

“É o plano nocivo da escuridão e do poder. 

É o lugar oculto que odeia a luz.

É a fronteira de mundos desconhecidos.”

– Mestre Azemur. 

Aventura Anterior:  No Rastro da Luz, 1ª Parte: Fuga de Langroth

PdJs – Liam Lianon

PdMs – Thorjan Rhunaheim, Selêne VonZyke, Laís Siannodel, Migkayan Belfort e Tarta Auril

Local – Pântano Talesmar e Bosque da Penumbra, Plano das Sombras

Descrição :

Após fugirem de Langroth usando os resquícios do espelho mágico recuperado em Telvnorr, os heróis aparecem dentro do Covil de Morbrind, a Bruxa da Noite, mais precisamente em um salão com paredes de rocha cobertas por musgos e sustentadas por raízes e trepadeiras. Neste salão encontram ossos, restos de plantas, tecidos, marcas de cinzas, fragmentos estilhaçados de espelhos e rastros de sangue.

Thorjan explica que foi nesse salão o combate final contra Morbrind e também onde tiveram que enfrentar Vasharn após derrotar a bruxa. Vasharn tentou impedir que eles regressassem para o Plano Material  com a Trombeta de Talundil através de um espelho mágico que estava neste salão. Contudo, o clérigo Hejaz deu cobertura a Thorjan, o permitindo escapar pelo espelho. Foi assim que o anão chegou a Telvnorr, local onde havia outro espelho que permitia a conexão entre os planos.

Os heróis então investigam a câmara em busca de sinais ou rastro que pudessem levar ao clérigo da Luz. Tarta Auril utiliza suas habilidades de rastrear e encontra pegadas de humanóides grandes, reptilianos, que estiveram no local a pouco tempo e causaram muita destruição. Havia uma parede destruída nesse salão, levando para fora da construção. Thorjan fica surpreso com essa passagem, já que quando esteve aí não havia esse caminho. Ele foi literalmente criado com  a força bruta. Pior, parece que os responsáveis foram os humanóides grandes e reptilianos.

Preso a uma lasca de pedra próximo a saída, os heróis encontram um medalhão de metal. Era o símbolo sagrado de Mylanian, a Deusa da Luz. Um sinal de que Hejaz poderia estar vivo. Do lado de fora do salão os heróis puderam ter um breve contato com o exterior do Plano das Sombras. Uma abóbada esbranquiçada cobria os céus sem estrelas. Ventos gélidos e sussurrantes arrepiavam as espinhas.

Thorjan explica que há um pântano do lado de fora, chamado de Pântano Talesmar, um local semelhante aos Charcos Dreckzur, mas não exatamente igual.

Como estavam feridos dos desafios de Langroth, os heróis resolvem descansar nesse dia. Eles montam turnos e dormem.

Cruzando o Pântano Talesmar

No dia seguinte, os heróis recuperam suas magias, curam os ferimentos e se alimentam. Preparados e recuperados, o grupo começa a explorar o local. Tarta Auril rastreia os humanóides que estiveram no Covil de Morbrind e descobre que haviam duas criaturas reptilianas que invadiram o local. Seus rastros levavam para outros corredores e câmaras do Covil da Bruxa, que na verdade eram ruínas de alguma fortaleza no passado. Os heróis concluem que o local havia sido saqueado e revirado por esses humanóides reptilianos. Corpos de ogros e monstros servos de Morbrind haviam sido revirados, alguns ate parcialmente devorados (!).

O caminho de saída dessas criaturas levavam para o salão onde enfrentaram Vasharn e finalmente para a saída das ruínas. Alguma coisa havia levado o clérigo e eles precisavam seguir seus rastros. Sem perder mais tempo, os heróis dão inicio a uma busca pelo Pântano Talesmar.

Do lado de fora, os heróis tem uma noção melhor da geografia externa do Plano das Sombras. O local que os heróis se deparam é um reflexo distorcido e sombrio do que seria os Charcos Dreckzur, o pântano que tiveram que cruzar ate Telvnorr.

Arzien_Pantano_Talesmar No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Os heróis começam a explorar o Pântano Talesmar

O plano das sombras é um mundo em preto e branco, o próprio ambiente parece desbotado. Nos demais aspectos, é similar (mas não exatamente igual) ao plano material. O céu por exemplo, é sempre um clarão esbranquiçado sem sol ou estrelas. 

Os pontos de referência no plano material podem ser reconhecidos no plano das sombras, mas são distorcidos e deturpados- reflexos reduzidos das paisagens encontradas no plano material. Apesar da mescla perturbante do clarão do céu com a escuridão da terra, diversas plantas, animais e humanóides habitam o plano das sombras.

Sem opções os heróis seguem os rastros dos humanóides. Pelos cálculos de Tarta, essas criaturas estiveram no local a  4 dias atrás.

Após dois dias de viagem os heróis adentram no Pântano Talesmar, onde são surpreendidos por duas criaturas, que emergem dos charcos e os atacam sem piedade.

“Essas criaturas bípedes tem a cabeça e uma longa cauda de crocodilo junto ao seu corpo muscular. Grandes escamas cobrem seu corpo, particularmente grandes atrás e na cauda. Seus braços terminam em grandes garras, e sua poderosa boca é recheada de dentes afiados.”

Arzien_Khumats No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Khumats atacam os heróis!

Essas criaturas são reconhecidas por Selêne como Khumats, uma raça maligna nativa de pântanos fétidos do Plano das Sombras. Eles enfrentam essas criaturas em um combate brutal.

Os heróis vencem os poderosos khumatss. Após vasculharem seus pertences não encontram sinal de Hejaz. Ao invés isso encontram dentro de um saco de pano, preso a uma árvore, alguma criatura que suplicava pela sua liberdade. Ao libertarem-na, os heróis conhecem Erwin, um hafling de cabelos grisalhos, pele cinzenta e olhos profundos. Ele diz:

Erwin: “Muito obrigado por me libertarem. Esses malditos khumats haviam me aprisionado e só não me mataram porque preferiam ouvir minhas histórias e musica. Mas, antes que enjoassem de mim, vocês apareceram. Eu me chamo Erwin, sou um halfling umbral. Vejo que não são daqui e parecem ser aventureiros. Quem são vocês?”” 

Os herois se apresentam e explicam que estão atras de um amigo que havia sido raptado por essas criaturas. Erwin explica que a dias atras os khumats haviam invadido as Ruínas da Bruxa apos descobrirem que ela havia sido morta. Eles saquearam o local, revistaram salas, corredores e corpos dos servos da bruxa em busca de todo tipo de tesouro.

Arzien_Erwin No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Erwin, halfling umbral.

O halfling explica com suas palavras:

Erwin: “Em meio a essa busca encontraram o corpo de um humano de cabelos amarelos. Após descobrirem que estava vivo, eles resolveram o levar como prisioneiro para ser devorado depois (tal como fizeram comigo). Eles só não o mataram porque eu reconheci um símbolo no escudo que ele segurava. Eu reconheci que era símbolo de Mylanian, a Deusa da Luz. Eu sabia que aquele escudo e o humano que o carregava poderiam valer muitas moedas para um grupo de criaturas que cultuavam  Shalistir, a Deusa das Trevas.”

Nesse momento os heróis ficam surpresos e preocupados com a historia de Erwin. Ele então continua:

Erwin: “Eu alertei aos khumats sobre isso. Eu disse a eles que poderiam ganhar muitas moedas caso não matassem aquele homem. Eles ficaram curiosos e eu expliquei a eles. Tentei barganhar minha liberdade, sabe? É assim que funciona aqui no Plano das Sombras. Naquele momento pensei que o amigo de vocês poderia ser minha salvação! Foi assim que guiei os khumats para as terras dos Ghirrash, no Bosque da Penumbra. Eles negociaram com as criaturas e ganharam uma boa quantia em ouro. Enquanto a mim? Bem, como vocês podem ver, continuei como prisioneiro. Eles não cumpriram com o acordo e queriam me manter vivo só porque eu, como eles mesmo diziam – “divertia eles”.”

Questionado se poderia guia-los até Hejaz, o halfling diz que sim e que faria isso, afinal possuía uma dívida com os heróis. Erwin explica que para chegarem ate o Bosque da Penumbra tinham que percorrer com caminho longo, através de montanhas e penhascos. Isso levaria no mínimo 6 dias. Mas, o trajeto poderia ser encurtado por um atalho, uma caverna chamada Vizknath, um local perigoso e terrível habitado por um dragão (!). Erwin diz que conhece como ninguém esse atalho e poderia guia-los até lá. Confiantes na palavra do hafling, os heróis continuam a busca pelo Clérigo da Luz.

Cruzando as Cavernas Vizknath

Erwin cumpre com sua palavra e guia os heróis durante 2 dias  através do Pântano Talesmar até chegar uma encosta de montanhas, um grande paredão rochoso nos limites do pântano. Ele leva o grupo até uma entrada na rocha que leva para as profundezas de uma caverna.

Durante horas o grupo é guiado por corredores e passagens secretas. O halfling realmente parecia conhecer o caminho como ninguém. Ele evita armadilhas e monstros a medida que cruzam os salões e corredores. Ele explica que essas cavernas é habitada por Vizknath, um Dragão das Sombras, mas, por sorte, ele estava hibernando a meses. Caso contrário, seria impossível cruzar seus domínios sem enfrentar terríveis perigos e talvez até o mesmo.

Cruzando o Bosque da Penumbra

Após cruzarem sem problemas as Cavernas Vizknath guiados por Erwin, os heróis alcançam o Bosque da Penumbra, um local enevoado, com árvores retorcidas e macabras, com sombras inquietantes se movendo na escuridão.

Arzien_Bosque_da_Penumbra No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Bosque da Penumbra.

Nesse momento, Laís Siannodel utiliza um pergaminho de Localizar Objetos Aprimorado para rastrear o Escudo Raio do Dia, item pertencente a Hejaz. A magia desse pergaminho fornecido pela Montanha Azul, permitiu a arcana rastrear  a localização do item que buscava a uma distância muito maior. Sabendo a direção que deveriam seguir, os heróis continuam o caminho cruzando o sinistro bosque.

Em dado momento enquanto andavam pelo Bosque os heróis são surpreendidos por duas criaturas:

“Essas criaturas mostram‐ se a primeira vista parecida com um tigre ou uma pantera grande com seis membros. Sua face combina traços de humanos com aqueles do grande felino, e sua expressão é de modo claro, maligna.”

Arzien_Ghirrash No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

Ghirrash.

Para piorar, o local em que estavam parecia enfraquecer drasticamente o poder arcano. As magias e capacidades arcanas dos conjuradores foram prejudicadas.  Mas, isso na impediu que os aventureiros vencessem. Um deles consegue fugir.

Após derrotarem as criaturas, os heróis seguem incansavelmente pelo Bosque da Penumbra. Após mais 4 horas chegam até uma clareira no bosque, onde uma grande construção podia ser vista.

Uma construção de formato piramidal, com torres grandes e uma grande abóbada em seu topo. Fumaças de tonalidade esverdeada emergem do alto das torres. Os heróis são alertados por Erwin que o local era um Templo de Shalistir dos Ghirrash. O halfling, com medo, não adentra ao local e alerta aos heróis que poderiam não sair vivos de lá.

Arzien_Templo_Shalistir_Bosque_da_Penumbra No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra

O Templo de Shalistir no Bosque da Penumbra

Sem hesitarem, e temendo pela vida de Hejaz, os heróis adentram a construção. Eles chegam a uma grande câmara central iluminada por diversas piras e tochas de cores verde-musgo. Colunas sustentam o teto, desenhos grotescos de sacrifícios podiam ser vistos nas paredes. Parecia ser uma espécie de salão cerimonial.

No fundo da câmara um abismo podia ser visto. Uma ponte de pedra ligava a extremidade desse abismo até um pináculo de rocha, uma espécie de estalagmite gigante que brotava do fundo do abismo e se estendia até o teto. Preso por correntes a esta rocha, de cor negra profunda, estava Hejaz Gorwill. Desmaiado, magro e pálido, com cabelos esbranquiçado, o clérigo estava envolvido por um brilho escuro azulado que parecia drenar sua essência para a rocha negra.

Dentro desse salão cerimonial os heróis confrontam o líder desse culto a Shalistir: um ghirrash portando colares e anéis de cor prateada. Usando seus poderes malignos, esse clérigo conjura sombras malignas do abismo e mais outros 2 ghirrashs se juntam para lutarem contra os heróis.

Um combate de vida ou morte se inicia.

Em dado momento os heróis ele são atacados por Erwin, que surpreende-os com um ataque furtivo por trás. O halfling se revela um traidor que apenas guiou o grupo para serem sacrificados em nome da Deusa das Trevas (!).

Conclusão

Os heróis vencem os Ghirrashs e conseguem salvar Hejaz, impedindo que sua essência fosse destruída em um ritual para Shalistir.

Assim que derrotam o clérigo e líder dos ghirrashs, o templo começa a desabar sob suas cabeças. Eles não tem muito tempo, deveriam retirar Hejaz e voltar imediatamente para o Plano Material Primário. Contudo, antes de partirem, Thorjan e Liam conseguem arrastar dois dos três baús de tesouro que estavam no salão. Eles utilizam um disco mágico que os levam diretamente para a Montanha Azul.

Agora, os heróis devem se recuperar, descobrir se Hejaz está bem e analisar os tesouros encontrados.

Comentários e Pontos de Experiência

Ao lado de seus companheiros, grupo recente que participou da busca pela Trombeta de Talundil, Liam conseguiu vencer diversos desafios e perigos do Plano das Sombras. A missão final de resgatar o clérigo de Mylanian, Hejaz Gorwill das garras de cultistas ghirrash de Shalistir foi bem sucedida. Hejaz, seus itens e dois baús foram levados com os heróis.

A interpretação do feiticeiro Liam Lianon condizem com sua linha de pensamento e personalidade. Como o grupo tinha muitos combatentes corpo-a-corpo, o elfo pôde fazer o que tem de melhor: usar suas magias destrutivas a distância.

Essa aventura foi dividida em duas partes. A primeira parte foi apenas para fugirem de Langroth, um local que nada tinha haver com a busca por Hejaz. A segunda parte foi a missão em si.

Segue abaixo a pontuação total:

  • XP de combate: 2700
  • XP da missão: 650
  • XP de interpretação: 450
  • Total XP: 3850
No Rastro da Luz, 2ª Parte: O Bosque da Penumbra
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7 Comments

  1. Quando penso num plano de sombras e quando li a estória, muito bem feita por sinal, não pude evitar de imaginar o efeito vivenciado por Frodo e Bilbo quando estes utilizam o Um Anel. A umbral é um ambiente altamente distorcido e sinistro. Muito bom!

  2. Certamente. O Plano das Sombras é um local espetacular e rodeado de mistérios. É um plano que liga outros planos e certamente esconde muitos segredos.

    Que bom que você está acompanhando as histórias e aventuras. Você fará parte delas muito em breve.

  3. Este comentário foi removido pelo autor.

  4. Primo.
    Tenho a acrescentar alguns detalhes que me recordo, bem vamos lá:
    Primeiro, tenho que dizer que esta aventura foi planejada para um grupo de jogadores, experientes, começaria assim. Um dado de porcentagem em que a chance remota de falha arcana era de 10% eu e o nobre Brunus, ficou combinado de eu jogar um d10 e ele o outro, meu resultado fora (0) ou seja a magia estava pra ser perfeita, só falharia se caísse outro (0) ainda ouço as palavras de do nobre amigo, está tudo certo, o dado rola e… (0) novamente…
    Fuuu..o, O Mestre olha pros jogadores sorri, e diz vocês tinham que dificultar as coisas. (ou algo do tipo)
    Dragados para a escuridão sem fim, logo senti, nas primeiras descrições, daquele mundo borrado, cinza, escuro e bizarro, uma excelente ambientação, qual passou muito bem, excelente aventura.
    Segundo: Erwin, já estava sendo observado por Laís, a astuta, provocando uma verdadeira rusga após Cruzando as Cavernas Vizknath, pois ela o acusava de estar ocultando seus pensamentos, e sua real intenção.
    Após uma distração do Halfling o grupo o prendeu e o interrogaram, o que levou um tempo, terminaram descobrindo por alguns métodos de Tarta, interpelação de Laís e de Lian, que Erwin, no fundo não queria os ajudar e sim leva-los para uma armadilha.
    Assim prenderam o, numa arvore, pendurado, mas não sendo o suficiente para conte-lo, pois sumiu com muita facilidade. Passaram a partir daí seguir com mais cautela adentrando o Bosque da Penumbra, com alguns feitiços que os permitiram não serem emboscados pelos Ghirrash. Uma Ilusão real foi projetada alguns metros à frente do grupo, enquanto seguiam todos invisíveis logo atrás.
    Erwin, só voltou a aparecer tempos depois que já estavam enfrentando o líder Dos Ghirrash, do qual usamos a estratégia perfeita de distrai-lo enquanto Laís, resgataria Hejas, que logo descobrimos que gerava um fonte de poder, ao líder, investigada anteriormente por olho arcano antes de adentrarmos na fortaleza. Nos dando uma enorme vantagem.
    O plano era simples Lian articulou o pergaminho de olho arcano para Laís, que ficou responsável de nos detalhar a estrutura e o caminho a se tomar lá dentro, ficamos sabendo que não tinha mais asseclas Ghirrash, achamos estranho, como o pouco relatado do salão principal, tínhamos a seguinte impressão o Lider Ghirrash sentado em seu trono em volta de um fosso, ao lado do já comentado dente (…esqueci o nome…) que tinha a propriedade de absorver as energias de quem fosse preso a ele, e transferindo a quem o detinha, logo Lian pensou Tarta e Migkaian, iriam na frente enfrenta-lo em quanto Lian o distrairia e o atraia com seus Poderoso Raios, ( o que sentiu bastante dificuldade de penetrar sua resistência magica, mas não foi páreo para sua força avassaladora) dando cobertura para Laís mesmo esgotada magicamente, recebeu o feitiços de voo de Lian, transpondo rapidamente o fosso que separava Hejas, e minar a força extra, era absorvida pela criatura. Dando assim a cartada final para que liam o Fulminasse com uma Orbe Elétrica potencializada, mandando o assim para o Fosso sem fim…

  5. Quem vive a história a sente assim. Boa contribuição Aharom. Não vejo a hora de voltar a jogar contigo. O velho grupo reunido.

  6. Excelente!

    Muito bem lembrado. Já havia me esquecido desses detalhes tão preciosos.

    Liam trilhou um caminho de várias aventuras. Enfrentou diversos desafios. A medida que irei postando as aventuras do seu personagem espero que você possa contribuir da mesma forma.

  7. As lembranças e comentários dos jogadores ajudam a enriquecer a estória com detalhes que por vezes podem escapar ao mestre, além de manter aqui um registro da lembrança viva. Parabéns Aharon e Bruno.

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