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Personagens envolvidos: 
Astanis Elendil (Adryan Thanar) – elfo dourado – mago
Domeracliff – anão da colina – clérigo de Moradin
Lutz (Fiohorn) – humano brigstone – clérigo de Sta Alis
Sigurn BlessShield (Toldekan) – anão da colina – guerreiro

Dom busca uma cura para Astanis

No meio da noite, um anão deixa os cuidados de sua casa e se dirige para o Templo da Valentia, em busca de um auxílio para tratar a doença que acometeu Astanis. Domeracliff se apressa em seu passo, atravessando as ruelas e vias mal iluminadas do subúrbio de Falcon, indo na direção da parte velha da cidade, onde localiza-se o templo dos adoradores da senhora da valentia.

01_anao_moradin-1 A busca pela Flor de Acônito: preludio, parte 1

Domeracliff sai em busca de uma cura para Astanis.

No caminho ele num determinado trecho tem a sensação de estar sendo observado, tenta esconder a inquietação, passa e cumprimenta dois guardas, as únicas pessoas que encontrou em seu caminho silenciosa até a casa dos adoradores de Santa Alis.

Ao chegar no ressinto, que encontrou fechado, bateu a porta e foi recebido pelo acólito Vendramim, que o recebeu e lhe serviu uma água enquanto o jovem foi chamar o clérigo Nero Blant para atendê-lo.

Frei Blant, ao ver o anão o recebeu com cortesia, mas após um breve diálogo entre os dois religiosos sobre a condição de Astanis, a qual o servidor de Moradin não havia identificado a doença, Nero afirmou que se tratava da Febre do Rato e que havia curado recentemente um anão desse mesmo mal, contudo aconselhou o anão a cuidar do elfo em casa e trazê-lo no dia seguinte para ser abençoado e curada na casa da Senhora da Valentia, despedindo-se dele com igual cortesia.

Domercliff deixou o templo contrariado por não ter sido atendido como gostaria, ele esperava proatividade dos “alistas” e que um deles fosse a sua casa para curar o aliado, fato que não ocorreu naquele momento e o fez conjecturar a possibilidade de um templo ao Senhor dos Anões, que caso existisse, não negaria atender prontamente alguém naquele tipo de necessidade.

Enquanto seguiu seu caminho envolto em seus pensamentos de construção de uma nova fé, num local onde já haviam tantos anões, pressentiu que estava sendo seguido. Ao pegar uma viela que serviria como atalho, foi subitamente abordado por Adrenath Picareta Sonolenta, que saiu lentamente das sombras e lhe perguntou sobre o Escudo de Cleer. Dom lhe respondeu bruscamente que não o tinha e mesmo que o tivesse, não lhe entregaria, questionando o interesse do larápio acerca do item.

O bandido lhe respondeu que forças maiores que eles dois estavam em busca do item e que ele ainda não havia informado a “eles” que o item estava na posse do grupo do acólito de Moradin.

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Adenath queria o escudo.

Percebendo que o diálogo não renderia muito, Dom se afastou do ladino com cautela, enquanto Picareta se lamentou pela falha dos outros dois bandidos que não conseguiram manter a farsa na floresta e lhe disse que apesar de não ter o que perder, Dom teria, fato que o deixou alarmado, fazendo-o se apressar rumo a sua morada, enquanto Adrenath sumiu nas sombras da cidade.

Ao chegar em casa, ele estranhou ver a porta encostada e utilizando uma benção de Moradin, conjurou o augúrio da detecção ao mal, mas não sentiu nada vindo do interior da casa, até onde as paredes de sua construção de madeira e alvenaria permitiam. Cautelosamente, adentrou a sala e percebeu que nada havia sido mexido, com a exceção de uma mesinha de centro que havia tido sua posição alterada.

Ele percebeu que seus filhos, esposa e o Astanis estavam incólumes, para seu alívio e após trocar a compressa de água de Elendil foi se recolher. No dia seguinte, durante o rápido desjejum, perguntou a sua esposa se havia alterado a mesinha de centro da sala, ao que ela lhe disse que não, entregando-lhe uma jarra de água para levar ao seu hospede.

Dom direcionou seu olhar brevemente para a porta fechada e foi encontrar Astanis.

Lutz, sua ordenação e a licantropia de Sigurn

Um novo dia surgiu no Templo da Valentia em Falcon, onde os primeiros raios de sol começam a tocar o rosto do anão Sigurn Escudo Abençoado, que graças à intervenção divina dos clérigos de Santa Alis, se ergueu recuperado da “febre do rato”, contudo, sentiu uma grande fome e irresistível vontade de comer queijo.

Em outro canto do templo, Lutz, já desperto, iniciou sua rotina de preces e preparos para um novo dia de muitas atividades, partindo para o desjejum em seguida. Lutz encontrou Sigurn na sala de refeições, onde o acólito Vendramim terminava de pôr a mesa com a ajuda do clérigo Rosnan Olan, enquanto o anão da colina estava saboreando uma caneca de cevada, e vencia uma disputa de destreza com Sara Olan, por um bom pedaço de queijo, do qual ele comeu com muita voracidade sem compartilhar nada, para a apatia da jovem, que assistiu assombrada e indagou o anão sobre sua repentina vontade por queijo, ao que ele não soube responder exatamente a origem de seu novo interesse alimentício, contudo, lá estava ele se satisfazendo com o queijo como se estivesse se esbaldando numa grande adega de cerveja de primeira.

O grupo assistiu ao anão com curiosidade, mas rapidamente se voltaram para a ordenação de Lutz, que não tardaria.

1fdb7-cheese_4_72px400x360-300x270 A busca pela Flor de Acônito: preludio, parte 1

Sigurn apreciou muito o queijo.

Durante esse desjejum matinal, Nero apareceu e durante seu encontro com todos, ele declarou que a ordenação do acólito teria que ser feita antes do Festival da Primavera, como eles outrora gostariam que fosse, para a alegria de jovem, que se mostrou satisfeito com a brevidade que lhe estava sendo dada.

Lutz e Sigurn comentaram que mais um dos integrantes de seu grupo teria contraído a febre, ao que Nero parecia saber, pois como ele comentou, Domeracliff havia passado no templo durante a madrugada com essa informação, informando que estava tratando do amigo em casa.

O Frei lhe disse que o trouxesse pela manhã para lhe aplicar a benção de Santa Alis e curar-lhe do mal que lhe afligia. Ademais, durante a conversa que tiveram sobre a condição de Sigurn, Nero salientou que ele provavelmente haveria contraído a licantropia e que buscaria respostas com sua amiga a arcana, Sandra Soleine, que detinha grande conhecimento na área do ocultismo.

Para adiantar, Lutz decidiu que ajudaria os amigos e saiu para pegar a carroça de um aliado do templo, enquanto Sigurn se sentiu na obrigação de fazer uma visita ao filho de Undor, que estava na Grande Igreja da Luz (templo de Philaha) e ver como estava, sendo assim, os dois combinaram de se encontrarem na casa de Domeracliff e assim pegaram seus caminhos separadamente.

No momento em que deixava o templo, Sigurn foi surpreendido pelo apelo de Sara, que lhe lembrou de fazer uma doação ao templo, no intuito de ajudar a obra, Sigurn prontamente fez uma doação com alguns leões (moedas de ouro).

Um elfo desperta na casa de um anão

Astanis Elendil despertou de forma indolente, a manhã já era plena fora da casa de Domeracliff e família, à medida que erguia sua cabeça do colchão percebeu que o peso dela parecia ter triplicado, fato que era acompanhado de um forte dor de cabeça.

Lentamente, ele vai deixando seu leito, com a garganta muito seca, ele se dirige até o vaso com água e percebeu que este estava vazio. De repente, surgiu Dom, com uma nova jarra, o anão olhou para o elfo, com um semblante preocupado, silenciosamente depositou a água no copo de barro do elfo e preencheu seu vaso com água.

35006-melf A busca pela Flor de Acônito: preludio, parte 1

Astanis Elendil

O silêncio é quebrado com a pergunta de Astanis:

“- O que lhe preocupa meu amigo?! Percebi que seu semblante demonstra uma certa apreensão? O que seria?”

O anão da colina meramente responde sem muita emoção em suas palavras:

“- Ora meu amigo! Seu estado é a única coisa que me preocupa neste instante e o fato de não dispor de maiores recursos para ajudá-lo. Se ao menos já fosse um clérigo de minha ordem, já o teria livrado desse mal.”

Percebendo o zelo que o anão demonstrou, polidamente o elfo dourado respondeu:

“- Que é isso Domeracliff?! Você e sua família já estão se empenhando muito na minha recuperação, isso é algo que não há como pagar. Acredito! Já está fazendo o bastante, não se preocupe, em breve estarei bem. Como foi no Templo da Valentia?! O Frei Nero disse alguma coisa?!”

Dom lhe respondeu que o clérigo de St. Alis se incumbiria de curá-lo, bastando que partissem, ao amanhecer para rumo ao templo da deusa da valentia. Em seguida o anão perguntou se podia andar e o convidou para um rápido desjejum, ao que o elfo declarou não estar sentindo fome. Astanis sentia ainda havia algo errado com o amigo, mas contentou-se com sua resposta, neste momento eles ouviram a porta bater.

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Criação e elaboração: Patrick, Aharon Freitas, Bruno Freitas e Brunos Santos,
Fontes de imagens: internet
Fonte da imagem da capa do artigo: autoria de Shin

A busca pela Flor de Acônito: preludio, parte 1
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