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A Cidade Perdida de Luckendor, 3ª parte: A Tumba de Haran-Pharak, sessão final

Medalhão do Olho-de-Fogo.

No dia 16/04/2016, das 07:30 as 13:30 ocorreu a 21ª sessão de Arzien, com o Grupo 2. A sessão contou com a presença de 100% dos jogadores na forma online,  através do Roll20. 

Nesta sessão os heróis enfrentam os vilões da campanha:  Vorssenach, o Yuan-ti abominação líder dos Língua-das-Trevas, Halaman, o mago Sha’ir e os membros do O Altar,  a organização secreta que anseia reunir os lendários Medalhões de Krynplastor.

Essa foi a segunda e última sessão da aventura “A Cidade Perdida de Luckendor, 3ª parte: A Tumba de Haran-Pharak”.   Também foi a última sessão da trilogia “A Cidade Perdida de Luckendor” bem como o final da 3ª Parte da Campanha “Os Medalhões de Krynplastor” nomeada de “O Medalhão do Poder”.

Personagens envolvidos:

O Segundo Desafio: O Guardião da Tumba

O pesado portão de bronze se fecha às suas costas e a escuridão é sua única companheira. O feiticeiro luparano sente um ar pesado, seco e abafado. Após caminhar alguns passos, Nesmish conjura uma magia conhecida como Globos de Luz, um truque capaz de modelar pequenos globos de luz e criar formas luminescentes. O feiticeiro cria um humanoide para que caminhasse em sua frente, iluminando o ambiente.

Krusther chega a uma grande câmara com túmulos feito de pedra nas laterais. A imagem dos três círculos pode ser vista desenhada no chão, semelhante a da sala anterior. Um dos círculos brilha e Krusther escuta uma vez fantasmagórica:

Para continuar o caminho, você deverá passar pela prova de Valumbar, o Deus dos Mortos. Deverá vencer um dos Guardiões da Tumba, homens de fé que se sacrificaram para proteger este lugar.

Oito múmias saem de dentro das tumbas de pedra. Lentas, envolvidas por faixas brancas, semelhante a bandagens, portando objetos decorativos de ouro ou bronze, todas com símbolos dourados no peito na forma de três círculos se cruzando. A pouco tempo atrás Krusther e seu grupo haviam enfrentado criaturas desse tipo quando estavam nas catacumbas do templo de Valumbar. O feiticeiro sabia que esse morto-vivo tinha um toque pútrido que poderia amaldiçoar.

Uma dessas múmias avança contra o feiticeiro. Krusther sabia que precisava derrotar a criatura, porem precisaria fazer isso a distancia, ou então estaria perdido. O luparano conjura uma magia de vôo e flutua a 3 metros do chão. A criatura, que aparentemente era um clérigo do Culto dos Três Círculos, tenta anular a sua magia duas vezes, mas não consegue. Do alto, Krusther conjura diversas rajadas de fogo que destroem a criatura.

Vencido o morto-vivo, Nesmish segue o caminho cruzando um pesado portão.

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Krusther Nesmish.

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Tumba de Haran-Pharak, sala 2: Câmara de Valumbar.

Morte em Forma de Serpente

Enquanto isso, no salão de entrada da tumba, Zelot, que estava invisível, se volta para Vorssenach, o yuan-ti que estava aprisionando o guerreiro Youssef com sua cauda de serpente.

A ladina consegue escutar sons de ossos sendo esmagados pela força bruta da criatura. Aproveitando que sua defesa estava comprometida, Zelot avança e tenta atingi-lo. Mas, a ladina percebe que não vai ser fácil, graças a suas duras escamas.

Eberk, que estava no início do corredor, bebe uma poção de cura total e recupera completamente seus ferimentos. Revigorado, o bárbaro avança contra Vorssenach.

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Eberk, o Anao de Adamante.

O yuan-ti é impiedoso. Após esmagar Youssef com sua cauda de serpente, o solta apenas para desferir um golpe fatal com sua grande cimitarra na barriga do genasi. Youssef ainda tenta conter a hemorragia com suas mãos, mas a afiada lâmina da espada já havia atravessado suas entranhas.

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Youssef Barandor, genasi da terra al-ghumbakiano.

Eberk investe contra o yuan-ti e consegue atingi-lo com um poderoso golpe de machado. A criatura urra de dor e se prepara para reagir.

De repente, uma forma sombria com silhuetas femininas emerge das sombras de Zelot.  A criatura, formada por sombras e pela essência maligna da ladra, ataca sua contraparte. As habilidades combativas de Khalile são idênticas as de Zelot, como se fosse ela mesmo atacando. Suas armas são feitas de sombras e energia negativa.

Khalile: Chegou a hora de acertarmos nossas contas. Não mais poderá escapar de mim. Finalmente arrancarei sua vida e terei o que és meu de direito!

 

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Khalile, contraparte vil e sombria de Zelot.

Zelot sente um vínculo sombrio e torpe que a interliga com Khalile. A ladra se recorda dos momentos em que participava de rituais sombrios e corruptores feitos por Vanothias Gumbar, nos dias e noites em que esteve ao seu lado enquanto cruzavam as areias do deserto. Eram noites terríveis, cheias de angústia e desespero.  Zelot estava cativa dos desejos de Vanothias, que controlava a mente e espirito de Lorde Oskion através do Medalhão da Dominação.

Zelot já esperava a investida da sua contraparte maligna, pois ela havia sentido sua presença momentos anteriores. Isso impede que a ladra fique surpresa. Como uma habilidosa guerreira, Zelot rodopia habilmente e atinge com suas espadas longa e curta o corpo sombrio do morto-vivo, destruindo parte de sua essência.

803c5-zelot_zoom-150x150 A Cidade Perdida de Luckendor, 3ª parte: A Tumba de Haran-Pharak, sessão final

Zelot, a Sombra dos Medalhões.

Na sequência, Vorssenach encara o anão e seus olhos brilham vermelho cor de sangue. A imagem da criatura reptiliana invade a mente do bárbaro e toma proporções assustadoras. A criatura parece ter emergido dos piores pesadelos. Eberk sente uma repulsa, um misto de nojo e pânico da criatura. O anão apenas consegue se afastar, ficar o mais distante possível do Yuan-ti e de qualquer serpente.

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Vorssenach, líder dos Yuan-Ti Língua das Trevas, Alkemor.

 

Antes de fugir em pânico, o bárbaro desfere um poderoso ataque contra Khalile, aniquilando a sombra. Porém, de alguma forma Zelot sabia que o espectro da decadência não poderia ser destruído complemente se não fosse por ela. A criatura apenas foi incapacitada.

Enquanto Khalile se regenerava nas sombras, Zelot avança contra Vorssenach, que estava mais preocupado em encontrar o Olho-de-Fogo. O yuan-ti fica surpreso pela investida da ladra:

Vorssenach: Sssua tola. Acha mesmo que coragem vai sssalva-la da Ira de Sviluss? Vai aprender da pior forma que não exissste esperança para vocêsss!

A criatura bestial incide um olhar malicioso e brilhante em direção a ladra. Ele estende a mão e a toca, então um forte brilho vermelho sangue cobre o corpo de Zelot. Uma transformação torpe e sobrenatural ocorre na sequência: o corpo da ladina diminui progressivamente, seus braços e pernas se unificam e encolhem. Sua pele é recoberta por escamas, sua língua se bifurca, seus olhos se transformam em fendas. Zelot se transforma em uma serpente!

O yuan-ti gargalha enquanto Zelot o observa, impotente.

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Tumba de Haran-Pharak, sala 1: Câmara de Surya. Zelot combate Vorssenach.

O Altar avança

Enquanto isso, na Praça dos Três Círculos, Sean ao lado de Vlendzer, Cedric e Miyu se preparam para enfrentar os vilões do O Altar.

Quando Lorde Oskion se aproxima dos heróis, Sean percebe a garota Sâmira, que estava agachada, levanta o rosto com os olhos brilhantes e fala em voz alta:

Sâmira: Vocês não vão passar! Essa é a vontade dos Deuses dos Três Círculos!

Um forte brilho se faz nos círculos desenhados no chão. Em seguida Oskion se afasta, como se estivesse sendo expulso por algum tipo de força invisível. Kyra, que já estava dentro, é expulsa de forma abrupta de dentro da área afetada.

Sâmira: Heróis, vocês precisam encontrar o medalhão!

Kallingard, que se encontrava ao lado das escadas e observava toda essa movimentação, grita para que seus aliados:

Sean Kallingard: Vamos todos descer! Podemos recompor nossas forças na Tumba!

Cedric e Vlendzer se aproximam, enquanto se preparam para descer as escadas. Ao longe a dupla observa o Kreven, guerreiro de meia-armadura que havia saído da neblina.  Ele caminha lentamente em direção aos heróis enquanto bebe uma poção que faz sua pele mudar de cor, se transformando em uma tonalidade de madeira.

Lorde Oskion estende a mão em direção a uma barreira invisível que o impede avançar.  Seus olhos brilham um verde profundo. Entoando palavras em  uma língua desconhecida, ele conjura algum tipo de feitiço e um brilho lampejante parece destruir a barreira protetora.

Lorde Oskion: Acabou, heróis. Nada vai nos impedir. Fujam, ou morram!

De repente uma forte explosão flamejante atinge a todos no centro da praça. Uma bola de fogo ardendo em chamas mágicas queima a todos, incluindo Lorde Oskion. Como uma flecha, a monja Miyu não pensa duas vezes e se joga completamente sobre o corpo de Sâmira, que se encontrava desmaiada no chão. Ela tenta cobrir a garota enquanto as chamas queimam sua carne. Todos escutam a voz de um homem voando a 12 metros acima de suas cabeças:

Halaman: Queimem! Queimem malditos!! Vocês não irão descer! O Olho-de-Fogo pertencerá a mim! A MIM!
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Halaman, mago Sha’ir de Alkemor.

Lorde Oskion olha com fúria em direção ao mago. Um olhar arrogante e impiedoso.

Kallingard percebe que se seus aliados ficarem para lutar, irão morrer. Eles estavam em clara desvantagem naquele momento. O guerreiro desce em disparada pelas escadas da Tumba, gritando:

Sean Kallingard: Vamos Cedric, Vlendzer e Miyu! Desçam!

Sean desce com pressa as escadas. Vlendzer segue o guerreiro. Cedric alerta para seus companheiros que iria ajudar Miyu, ferida pela magia de Halaman. O ranger pede para que Vlendzer e Sean desçam imediatamente.

Ao chegar na Tumba de Haran-Pharak, Kallingard encontra com Eberk, que estava próximo as escadas. O bárbaro estava assustado e temeroso, falando palavras desconexas sobre preferir ficar afastado de qualquer serpente asquerosa e repugnante. Ele alerta que Zelot estava lutando contra a “terrível” e “monstruosa” serpente. Percebendo que o anão estava sob o efeito de alguma magia, Sean e Vlendzer avançam contra Vorssenach, temendo pela vida de Zelot.

A dupla chega a sala e logo percebem o corpo estendido de Youssef, que estava segurando uma imagem feita de pedra-sabão próximo ao seu peito. Sem tempo para lamentar, Vlendzer e Kallingard conseguem ver o ardiloso yuan-ti em frente ao portão de metal no final da sala. O guerreiro avança ferozmente, brandindo sua espada larga, enquanto Vlendzer toca com sua flauta e conjura uma magia de cura sob Sean.

Neste momento, Zelot, que estava em forma de serpente, sente uma energia mágica percorrer seu corpo. A ladina sabia que naquele momento o Medalhão do Equilibro estava tentando quebrar o terrível feitiço que a transformou. Um forte brilho cinza se faz e Zelot volta a sua forma original. O amuleto revela mais um poder oculto, agindo de forma passiva para proteger o seu usuário.

Vorssenach se surpreende pelo retorno da ladina e se prepara para combater ela e o guerreiro, que investe em sua direção.

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Sean Kallingard.

O Terceiro Desafio: A Índole do Portador

Enquanto isso, Krusther, após deixar a câmara das múmias, chega a uma terceira sala. O local é iluminado por um brilho sobrenatural vermelho-alaranjado. Na lateral esquerda havia uma grande estátua dourada de 3m de altura na forma de um homem vestindo trajes sacerdotais nelípcios segurando dois bastões com as mãos cruzadas. Na lateral direita um baú fechado. Outros objetos, como estatuas da deusa Surya e Valumbar podiam ser vistos, bem como jarros e tapetes.  Haviam também desenhos dos três círculos escritos no chão da câmara, onde um grande sarcófago de pedra repousava sobre eles.

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Tumba de Haran-Pharak, sala 3: Câmara de Anzurf.

Entretanto, havia algo que chamava atenção mais do que tudo nesta sala: a fonte do brilho que iluminava o local, uma relíquia magnífica que flutuava de forma serena e irresoluta sob um pedestal de pedra:

Este belo amuleto feito de metal é altamente entalhado na mais fina arte. Seus desenhos são em um formato de mosaico simétrico de cores vermelha, rosa, amarela e laranja. Desenhos de homens em pé, como se estivessem a beira de uma mesa de jantar em suas quatro laterais, reverenciam uma espécie de “olho” no centro do amuleto. Um tênue aura alaranjada, semelhante a uma leve chama, oscila ao redor deste item.

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Medalhão do Olho-de-Fogo.

Enquanto Krusther observa a sala e admira o amuleto, escuta uma voz sobrenatural, semelhante a mesma das salas anteriores:

Saiba, aquele que invade este recinto, Eu sou Haran-Pharak, Sumo-Sacerdote do Culto dos Três Círculos, Libertador de Luckendor e líder dos Homens Livres de Myd-Arventhor. Sou o Guardião do Medalhão do Poder. 

Estou aqui para entregar o Medalhão ao Novo Portador, encerrando minha jornada neste Plano.

Antes de possuí-lo, deverá fazer uma única escolha: aceitar ou renegar todos os seus poderes e habilidades. 

Caso você escolha possuir o medalhão aceitando todos os seus poderes, toda a Tumba de Haran-Pharak irá desabar, condenando a todos presentes à morte eterna, exceto você, que irá emergir como o Novo Portador do Olho-de-Fogo. Caso você escolha possuir o medalhão renegando todos os seus poderes, eles ficarão adormecidos e latentes. Seus poderes precisarão ser decifrados, o que exigirá tempo e esforço inigualável, sem nenhuma garantia de que alcançará a sua magnitude atual. 

Aquele que reclama para si o Olho-de-Fogo, qual a sua decisão?

Krusther Nesmish a principio fica surpreso com a pergunta. Mas, aquela altura, o feiticeiro sabia que isso deveria ser algum tipo de teste. Afinal, ele havia passado por duas provas e certamente essa deveria ser a terceira. Contudo, independente de ser uma prova ou não, o luparano não pensa duas vezes antes de responder ao questionamento:

Krusther Nesmish: Haran-Pharak, eu escolho renegar os poderes do Olho-de-Fogo. Eu jamais condenaria meus aliados em troca de poder algum!

Neste momento um tremor se faz. A tumba de pedra se abre, espalhando uma neblina densa pelo chão da câmara. Uma figura alta, de seus 2 metros, magra e esquálida sai de dentro do sarcófago, recoberta por faixas de pano, joias e adereços sacerdotais. Seus olhos brilham dourado e encaram o luparano como se observasse dentro da sua alma.

Haran-Pharak: Você passou pela Prova de Índole de Anzurf, o Deus da Justiça e do Talzûn. Vejo dentro de ti que não é ganancioso e maligno, tais como diversos outros que desejam o Medalhão. Vejo dentro de ti que pretende usar este item como uma arma para fazer o Bem, tais como eu utilizei em vida. Aproxime-se, você é o Escolhido dos Deuses para se tornar o novo Portador do Olho-de-Fogo!

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Múmia de Haran-Pharak, o ultimo Portador do Olho de Fogo.

Haran-Pharak pega o medalhão do pedestal com ambas as mãos e coloca no pescoço de Krusther. O feiticeiro sente uma energia arcana poderosa percorrer seu corpo, tão poderosa que é capaz de recuperar todos seus espaços de magia. Krusther sente uma sensação de poder, de capacidade, de elevação.

Em seguida Haran-Pharak diz:

Haran-Pharak: Caberá a você a desvendar os poderes do Olho-de-Fogo. Este item é perigoso e tentador, pode te levar a ruína caso não saiba como controla-lo. Use-o com sabedoria e complacência, feiticeiro. Não deixe-o cair em mãos erradas, pois ele potencializa o que as pessoas tem de pior. Agora vá, seus amigos precisam da sua ajuda.

O feiticeiro luparano voa rapidamente de volta a sala principal, deixando para trás Haran-Pharak, que finalmente escolheu um novo portador para o Olho-de-Fogo.

Combate Final

Enquanto isso, no início da tumba, Sean e Zelot confrontam Vorssenach.

A ladra desfere golpes certeiros contra o yuan-ti, rasgando sua braço direito e seu peito. Kallingard golpeia a criatura com sua espada larga, abrindo ferimentos profundos no tronco. Vorssenach consegue envolver o guerreiro com sua cauda em um abraço mortal, semelhante ao que fez contra Youssef. Kallingard sente seu corpo ser esmagado e queimar diante de um ácido que exala das escamas da criatura. Ao mesmo tempo, Vorssenach golpeia Zelot com sua grande cimitarra, ferindo a ladina.

Kallingard tenta se soltar do abraço mortal de Vorssenach, mas é inútil. A criatura tem uma força sobre-humana. Zelot aproveita a guarda baixa do yuan-ti e desfere seus golpes nas partes mais frágeis do corpo da criatura. Vorssenach urra de dor e não vê outra saída senão largar o guerreiro.

Vlendzer inicia uma canção que inspira a seus companheiros a lutar neste momento. A música invade a mente de seus aliados, transmitindo coragem.

Eberk, que ainda estava sob um efeito sobrenatural que o mantinha afastado de Vorssenach, percebe uma movimentação pelas escadas. Ele nota Cedric, ferido e esbaforido, carregando Miyu, que exibia várias queimaduras pelo corpo. Ao passar por Eberk, o ranger o alerta para recuar pois os inimigos estavam descendo as escadas e o grupo precisava combater juntos.

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Tumba de Haran-Pharak. Eberk encontra Cedric enquanto protege a escada.

Bastante ferido, Vorssenach, que estava claramente desesperado para encontrar o Olho-de-Fogo, tenta fugir do combate contra Zelot e Sean, deixando sua retaguarda exposta. Um erro fatal. A ladina é a primeira a aproveitar o desleixo do moribundo yuan-ti e desfere golpes mortais com sua espada curta e espada longa. O golpe da espada longa degola Vorssenach. Antes de tombar, Kallingard atravessa sua espada larga em suas costas.

Enquanto Sean ainda retirava sua espada do corpo do homem-serpente,  Krusther chega a câmara, voando. O bárbaro observa seus companheiros e diz:

Krusther Nesmish: Pessoal, estou com o Olho-de-Fogo. Precisamos combater o Altar juntos! É nossa única chance!

Neste momento o corredor é invadido por névoas espessas. Eberk percebe a presença de pessoas se aproximando e desfere um ataque, quase que às cegas, mas atingindo um oponente. Após um gemido de dor, o anão percebe um forte brilho verde escuro emergindo do peito de Lorde Oskion, que fala em com uma voz rouca e ecoante, como se houvessem duas vozes:

Oskion/Vanothias: Saia da minha frente, agora!

O anão sente um calafrio sobrenatural gelar o seu sangue diante daquela bruxaria. Entretanto o bárbaro thorbânion resiste ao poderoso feitiço que invade sua mente. Eberk, que já estava exausto devido ao esforço despendido para ativar sua fúria, sabe que sua posição naquele momento era desvantajosa. Ele recua de volta ao salão onde estavam seus companheiros.

O bardo, que observa os inimigos avançando ao longe, diz em voz alta para seus aliados:

Vlendzer: Muito bom Krusther! Agora que encontramos o medalhão, vou tentar entrar em contato com Arantur, para que Perathos Alberdon possa nos ajudar! Me deem cobertura!

No centro da sala, o bardo retira de seus pertences alguns objetos, dentre eles um pó mágico bem conhecido do grupo por ter capacidade de se comunicar com a Princesa Érika ou o próprio Perathos Alberdon. Em seguida Vlendzer tenta manter contato.

Neste momento, os heróis se preparam contra a investida de seus inimigos mais adiante. Sean se posiciona ao lado de Cedric e Miyu. Eberk, apesar de bem cansado pela fúria, prepara seu machado para o pior.

Kreven o Névoa caminha pela corredor em direção aos heróis a passos largos, exalando uma neblina sobrenatural e segurando uma espada larga com punhos cerrados. Ao lado dele, a monja Kyra avança com um olhar malicioso e segurando suas duas kamas. Paralelo a eles, Aspendale, investe contra os heróis andando pelas paredes, com um olhar e sorriso sarcástico.

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Kreven, o Névoa.

Lorde Oskion, que lidera o quarteto, caminha no centro em direção aos heróis a passos firmes. Seus olhos emitem um profundo brilho esverdeado, bem conhecido de Krusther e Zelot como sendo a manifestação de Vanothias Gumbar, o poderoso clérigo de Recvill que domina a mente daqueles que portam o Medalhão da Dominação. Pregando em uma linguagem desconhecida, enquanto gesticula e exibe um símbolo sagrado de metal em a mão direita, Lorde Oskion conjura uma poderosa magia:

Oskion/Vanothias: Em nome de Recvill, Senhor da Morte e Lorde da Decadência, traga a Blasfêmia para aniquilar meus inimigos!
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Lorde Russel Oskion.

O corpo de Oskion é coberto por uma aura roxa enegrecida e corruptora que engloba Vlendzer, Cedric, Krusther, Eberk e Sean. Todos sentem um frio nefasto cobrir seus corpos, contudo, apenas o ranger e o bardo sentem seus efeitos mais nefastos, caindo paralisados no chão, tremendo com olhares de desespero, como se estivessem abraçando a própria morte. Oskion/Vanothias abre um sorriso maligno de satisfação.

Depois da poderosa magia, Kyra é a primeira a chegar. Ela ataca Miyu, mas a monja consegue se esquivar. Miyu retribui atingindo-a com diversos golpes de chute e socos.

Zelot, que estava mais afastada do centro da sala, percebe Khalile emergir da sua sombra para lutar novamente. Khalile desfere diversos golpes contra a ladra, que fica bem ferida. Zelot retribui os ataques, golpeando o espectro da decadência com suas lâminas. O combate era mortal, apenas uma das duas sairia com vida.

Sean Kallingard, percebendo que Miyu precisava de apoio, se desloca e desfere um poderoso ataque com sua espada larga contra a monja Kyra. O golpe é devastador e corta a mulher ao meio!

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Kyra, monja da Lotus Negra, membra do O Altar, morta por Sean Kallingard.

Kreven O Névoa avança na cena de combate e chega até Miyu, que estava bem ferida desde que deixou a superfície. Ele dirige a voz a Sean Kallingard enquanto caminha:

Kreven: Você deveria escolher alguém a altura para lutar. Agora vou levar um de vocês também.

O brutamontes vestindo de placas de aço gira sua espada larga e desfere um poderoso golpe na diagonal que decepa a cabeça da monja. Todos ficam espantados com a brutalidade do golpe e com a morte de Miyu, que não teve chances de defesa.

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Miyu Katsurana, monja Kondochi, membra do Anel Guardião. Morta por Kreven.

Eberk tenta atingir Kreven com seu machado e o atinge uma vez, abrindo um talho em seu peito.

Krusther, muito abalado com a morte de Miyu, conjura uma magia contra Kreven, que é atingido por rajadas flamejantes.

Khalile desfere novos ataques contra Zelot, atingindo a ladra diversas vezes. Golpes no braço, barriga e perna minam a força vital da dulamariana, que se vê em uma situação crítica. Porém, desistir não é uma opção para Zelot. A ladra e guerreira desfere seus quatro ataques contra Khalile, que estava igualmente ferida. Os golpes são fatais e destroem por completo a sua contraparte sombria. Com um suspiro de alívio por escapar por um triz da morte, Zelot finalmente fecha um ciclo vicioso que havia sido aberto desde que retornou a vida pelos poderes obscuros de Vanothias Gumbar, clérigo de Recvill. A ladina respira aliviada e sente que toda sua energia vital que havia sido drenada por Vanothias para construir sua contraparte maligna, retorna para seu espírito.

Aspendale, andando pelas paredes, corre pelo teto da sala e alcança Krusther, que estava voando a cerca de 4,5 m do chão. Ele estende sua mão coberta por uma luva feita de anéis de metal coberta por um brilho verde escuro, que exala um odor repugnante. O toque é ácido e queima apele do luparano.

Neste momento todos percebem um brilho se formar no centro da sala. Um feixe vertical flutuante surge do nada e logo em seguida se abre em um portal brilhante, com bordas douradas, negro no centro e com faíscas prateadas entrando e saindo de forma caótica.  De dentro desse portal sai um homem idoso, com barbas brancas, cabelos longos e grisalhos, vestindo um robe azul escuro com entalhes azuis claros, segurando um cajado brilhando dourado, semelhante ao brilho do portal. Todos reconhecem como sendo o Arquimago Perathos Alberdon.

Perathos Alberdon: Rápido! Todos entrem no portal imediatamente!

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Arquimago Perathos Alberdon.

 

Oskion/Vanothias: Vocês não vão escapar com vida, heróis! A morte é a única saída!

Neste momento Lorde Oskion estende o medalhão e conjura palavras mágicas.

Uma coluna de chamas surge do chão e se estende até o teto, queimando Sean, Krusther, Cedric e Eberk com chamas mágicas. A magia atinge ate mesmo Aspendale, que consegue fugir com um salto acrobático. Os heróis ficam seriamente feridos pela magia.

Eberk, mesmo ferido pela magia flamejante, não pensa duas vezes em correr para o portal mágico. O bárbaro carrega Cedric, que estava paralisado e tremendo no chão. O anão finalmente deixaria esse lugar maldito de uma vez por todas

Enquanto segue em direção ao portal, Sean Kallingard encara Kreven com um olhar ameaçador:

Sean Kallingard: Ainda não acabamos, seu bandido, seu facínora. Nossa luta ainda ocorrerá! Você vai pagar pelo seus crimes!! 

Sean sente um desgosto e ódio terrível ao encarar Kreven, o homem que carrega a Espada Kallingard e que outrora havia assassinado seu irmão, Ryan Kallingard. O guerreiro sentia um gosto amargo na boca ao ver o corpo de Miyu estendido ao chão. Mas, este não era o momento para fazer justiça. Sean cruza o portal.

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Tumba de Haran-Pharak, sala 1: Câmara de Surya. Momento que Perathos aparece e resgata os heróis com um portal mágico.


Zelot
 aponta a espada de lâmina gélida na direção de Lorde Oskion. A ladina encara o arqui-vilão do Altar com um sorriso no rosto e um olhar soberbo e intimidante, como se quisesse dizer: “iremos nos reencontrar novamente”. Enquanto cruza o portal, Zelot percebe que Lorde Oskion retribui o olhar com ira e uma clara frustração.Antes de deixar a área, Krusther Nesmish ainda vislumbra os corpos de Youssef e Miyu no chão da tumba e, com profunda tristeza, se recorda dos momentos que passaram juntos. Krusther em seu pensamento pede para que seus aliados descansem em paz. Ao passar ao lado de Perathos, o arquimago acena positivamente com a cabeça, como um sinal de alento. O feiticeiro cruza o portal, deixando Alkemor.

Perathos pega o halfling Vlendzer, que estava paralisado no chão. O arquimago é o último a deixar a área, mas não antes de receber um golpe de oportunidade de Kreven. Mesmo ferido, o arquimago cruza o portal, que se fecha logo em seguida.

Todos reaparecem em um grande salão circular, com paredes de alvenaria, colunas sustentando o teto e runas arcanas desenhadas no chão. A iluminação é natural e vem da sacada de alguma construção bem alta, talvez uma torre ou castelo. O dia estava amanhecendo e todos conseguem observar a imensidão de uma cidade.

Zelot e Krusther reconhecem o local: era  Torre do Cajado, em Arantur, a capital do Reino de Dulamar.

Ambos respiram aliviados.

Estavam novamente em casa.

– A sessão termina neste momento.

Comentários do Mestre

Finalmente termina a longa jornada em busca do Medalhão do Poder!

Essa 3ª parte da campanha “Os Medalhões de Krynplastor” envolve um conjunto extenso de aventuras em Alkemor,  um continente desértico rodeado de mistérios, homens traiçoeiros, criaturas ardilosas e onde a morte espreita sob as dunas.

Estou muito contente por fechar este importante capítulo para o cenário de campanhas de Arzien. Essa última sessão foi muito empolgante, combates impressionantes e decisões que poderiam afetar tudo.

Os heróis e os diversos vilões envolvidos lutaram entre si com todas suas forças para conquistar o lendário Olho-de-Fogo.

Entretanto, foi KrustherNesmish o único que venceu os três desafios da Tumba de Haran-Pharak, principalmente o último. Posso revelar que caso o feiticeiro escolhesse possuir o medalhão com seus poderes plenos ele iria enfrentar o próprio Haran-Pharak em forma de uma múmiasuperior. Mas, ele escolheu possuir o medalhão com os poderes adormecidos (uma sábia decisão, diga-se de passagem, rsrs).

Os heróis mostraram ao O Altar, os vilões da campanha, que são um grupo unido e desafiador, que a cada encontro provam ser adversários a altura.

De volta ao Reino de Dulamar, os heróis finalmente concluem sua missão. Exaustos, feridos e ainda pensativos sob o desfecho da aventura, cada membro começa a pensar sobre o futuro, sobre os próximos passos.

O que virá agora?

Resumo de Zelot

Segue abaixo um resumo feito pelo jogador Bruno Brito sobre as considerações de Zelot, seu personagem.

Quando Vorssenach abateu o genasi da terra que atendia pelo nome de Youssef, Zelot viu como era efêmero e rasos nossos desejos de justiça, de querer fazer o que é certo, correto aos olhos do destino, dos deuses, de nossas crenças pessoais.

E ela refletiu sobre o que havia se tornado, o que aquele clima seco e escaldante das areias de Alkemor havia transformado a jovem ladina do Anel Guardião. Aos 28 anos, tanto havia vivido, desde Dulamar, Mirkazin, Hyakato e agora Alkemor … Ela se sentia cansada, frágil, quebrada, em uma luta que parecia não ter fim, ou significado.

Havia algumas horas, Zelot refletia sobre o arrependimento da monja hyakatana Miyu, que lhes deu o Medalhão do Equilíbrio, sob uma condição de remorso sobre os medos e receios da ladina de não mais encarar uma armadilha.

Habilidosa como são os ladinos para com esses tipos de mecanismos, não era para teme-los, pelo contrário, pela curiosidade, ser capazes de estarem sempre apto por desarmá-los. Mas Zelot nutria um medo real, um medo genuíno, foi em um dispositivo assim que ela teve seu corpo dividido ao meio. Nos poucos segundos de consciência enquanto observava aturdida a parte inferior de seu corpo se debater em reflexos musculares independentes de sua vontade, e sangue, muito sangue, a vida se esvaiu assim como o brilho ladino da curiosidade do corpo de Zelot. Na oportunidade que o grupo lhe deu de regresso, ela recusou e assim parecia ser o fim.

Mas Zelot voltou, através de um engodo, ela voltou, e junto uma personalidade obtusa, reclusa, amargurada e egoísta de nome Khalile, foi extraída da seiva de energia dispensada para a ressurreição. Zelot voltou mais fraca, psicologicamente abalada e particularmente pálida do brilho que outrora tivera no clima temperado e fresco de Dulamar, Zelot havia perdido seu brilho e junto, quase se perdeu.

Miyu sentia grande culpa do que havia acontecido com sua companheira, e Zelot nunca soubera, a monge nunca havia confidenciado seu pesar, era para ter sido ela naquela pirâmide a ser talvez partida ao meio, ou conseguido com êxito chegar ao objetivo, ela era portadora do medalhão de Krymplastor do Equilíbrio, não era para ter sido a ladina de Dulamar. Ela nada possuía de especial, era intrépida, vivida e ágil e essas características suprimiu o desejo da monja de ser ela a tentar atravessar a armadilha que a ladina não conseguiu desarmar. Mas tudo havia sido diferente

Miyu aliviou sua consciência quando entregou a Zelot o medalhão do equilíbrio e viu a ladina superar uma armadilha similar, no arco final das histórias em Alkemor. A monge sabia que daquele momento em diante o medalhão pertenceria a um novo usuário e estava feliz, o brilho voltou aos olhos de Zelot, sua pele havia adquirido o tom e brio da vida, sorvidos com sua morte, naquele momento Zelot renasceu de verdade, e verdadeiramente Miyu conquistou o equilíbrio.

Mas o destino foi cruel, os inimigos do Anel Guardião foram por demais atrozes, e em igual medida equilibraram a balança. Quando Sean Kalingard obliterou o curso de vida de Kyra a monja do Altar, no instante seguinte Kreven tomou a vida de Miyu. As lâminas das espadas cortaram com um paralelismo coincidente, insuportável e intenso, uma poderosa inimiga tinha sido abatida – Kyra, mas os inimigos cobraram também seu preço e levaram a vida de Miyu. Sean era páreo para Kreven, e apenas ele, qualquer um contra essas duas forças, possuía uma grande chance de ser derrotado.

Zelot, viu que todos ali estavam cumprindo sua missão e ela também tinha a altura uma adversária. Khalile. Lutou contra a ladina de Dulamar 2 vezes, e em um par de igualdade que fez o fiel da balança titubear duvidosamente. Quem venceria, Khalile ou Zelot?

Sorte, benção, fortuna, chame do que quiser, no fim, Zelot atravessou com sua espada, a consciência de sua contraparte vil, nascida a partir do Medalhão da Dominação – Khalile era fruto do que havia de pior em Zelot. Mas A ladina original venceu e restaurou sobre si a energia que outrora havia lhes sido roubada, Zelot era plena mais uma vez, completa, e finalmente aquela história teria um fim.

Quando Perathus Alberdon surgiu, Zelot sabia que era hora de ir embora das areias escaldantes e voltar para Dulamar.

Nos instantes finais, sua visão caminhou por Lorde Oskion, Miyu e no fim, o genasi da terra Youssef, este último abraçado a uma peça de madeira em forma de duas crianças. Zelot entendeu, ali havia um desejo de vingança frustrado, ninguém além dela viu a morte dele, sua dor, seu pesar e a suplica ingênua por justiça, mas quem a faria, quem daria isso a ele? O olhar do genasi da terra estava vitrificado, mas Zelot teve uma tensa certeza que uma lágrima escorreu do corpo frio e pedregoso de Youssef. Zelot não entendia, mas sentia, sentia pena…

Agora a Sombra dos Medalhões planeja se restabelecer, ver o que sobrou do Anel Guardião e decidir se irá em busca de um novo Medalhão, ou não! Irá em busca de VINGANÇA, por Miyu, por Youssef, por Shandric Ibn Vazern, e por tantos nomes que teimam em se apagar de sua memória. Ela assinará com sangue o calvário desses aliados silenciados pelo Altar.

Pontos de Experiência

Zelot

Aventura: A Cidade Perdida de Luckendor, partes 1 e 2
Prêmio: 4500 XP
Missão da Campanha: Recuperar o Medalhão do Poder.
Prêmio: 1000 XP
Missão Pessoal: Derrotar Khalile.
Prêmio: Nível de volta. Topado no nível 9.
Interpretação:  
Prêmio: 750 XP
 
Resumo e comentários no blog:  
Prêmio:  1000 XP.
TOTAL: 7250 XP

Krusther Nesmish

Aventura: A Cidade Perdida de Luckendor, partes 1 e 2
Prêmio: 5200 XP
Missão da Campanha: Recuperar o Medalhão do Poder.
Prêmio: 1000 XP
Missão Pessoal: Se tornar o Portador de um Medalhão de Krynplastor.
Prêmio: 500 XP
Interpretação
Prêmio: 750 XP
 
Resumo e comentários no blog:  
Prêmio:  0 XP.
TOTAL: 7450 XP

Eberk

Aventura: A Cidade Perdida de Luckendor, partes 1 e 2
Prêmio: 4500 XP
Missão Pessoal: Sair de Alkemor.
Prêmio: 1000 XP. Eberk finalmente consegue deixar Alkemor.
Interpretação
Prêmio: 500 XP.
 
Resumo e comentários no blog:
Prêmio:  0 XP.
TOTAL: 6000 XP
 

Sean Kallingard

Aventura: A Cidade Perdida de Luckendor, partes 1 e 2
Prêmio: 4500 XP
Missão da Campanha: Recuperar o Medalhão do Poder.
Prêmio: 1000 XP.
Missão Pessoal: Recuperar Espada Kallingard
Prêmio: 0 XP. Sean não recuperou a espada das mãos de Kreven.
Interpretação:  
Prêmio: 750 XP
 
Resumo e comentários no blog:  
Prêmio: 0 XP.
TOTAL: 6250 XP
 
A Cidade Perdida de Luckendor, 3ª parte: A Tumba de Haran-Pharak, sessão final
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pinit_fg_en_rect_red_28 A Cidade Perdida de Luckendor, 3ª parte: A Tumba de Haran-Pharak, sessão final

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3 Comments

  1. A aventura teve um desfecho impressionante, uma reviravolta dos heróis tão acostumados a ter sempre no final um aliado se revelando inimigo, e os seus temidos e antigos antagonistas roubando-lhes o ouro da suada peleja no final da empreitada.

    Mas essa história foi diferente, e foi com chave de ouro que a trama em Alkemor se encerrou com esplêndido desfecho – O Anel Guardião conquistou o Medalhão do Fogo.

    Assim, é esse grupo, resistentes, resilientes, heroicos, bondosos e benfeitores, heróis tão precisados, no difícil e complexo mundo de Arzien.

    Parabéns pela história e aventura Toice, pra variar, vc broca!

  2. Toda essa historia e aventura foi escrita com base nas ações dos PJs.

    Diante de tantos desafios, os heróis conseguem conquistar mais um dos medalhões.

    Zelot enfrentou seu maior medo, fruto dos mais terríveis pensamentos malignos da ladina. Khalile foi um experimento profano, obra de um ritual orquestrado por um poderoso clérigo de Recvill, o Senhor da Decadência e Corrupção.

    O combate contra Khalile foi emocionante. Zelot venceu e provou a si mesma que é mais forte do que seus medos. Ela venceu a sua própria sombra, que teimava em reclamar toda a essência da heroína para si.

    Durante toda a trajetória por Alkemor a ladina aprendeu muito sobre si mesma.
    Morreu logo no inicio, regressou de uma forma torpe e obscura, praticou atrocidades sob a vontade de Khalile, depois se libertou, superou seus medos, guiou seus aliados e finalmente provou a si mesma que é mais forte do que imaginava.

    Os heróis saem de Alkemor mais fortes e mais confiantes.

    Mas, ainda há uma longa jornada pela frente. A Sombra dos Medalhões sabe que seus inimigos não descansarão.

    Qual será o destino deste grupo que já deixou sua marca na história de Arzien?

    ..

  3. Vou deixar essa bronca para meus amigos que continuarão no jogo. Mas tenho certeza que o Anel Guardião ainda irá surpreender os seus inimigos e cumprir sua missão especial.

    Boa sorte heróis!

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