Tempus é uma das mais influentes divindades de Faerun, com cultos em quase todas as grandes cidades e até nas mais remotas civilizações, o Deus da guerra deixa sua marca por onde passa. Adorado, respeitado, temido, Tempus é uma das divindades mais poderosas que já caminhou por esta terra.

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Símbolo de Tempus

Título: O Senhor das Batalhas, Martelo dos Inimigos
Símbolo: Uma espada prateada flamejante e um escudo vermelho sangue.
Portfólio: Guerra, batalha, guerreiros.
Domínios: Caos, Proteção, Força, Guerra
Arma Favorecida: “Perícia da Batalha”(machado de guerra)

Tempus é aleatório em seu auxílio, mas sua natureza caótica termina favorecendo todos igualmente no tempo. O deus da guerra pode estar a favor de um exército em um dia e ao outro no próximo. Os soldados rezam a ele para ajudá-los em batalhas futuras. Poderoso e honrado em batalha, ele responde ao seu próprio código de guerreiro e não possui alianças a longo prazo. Ele nunca aprendeu a falar. Usa os espíritos de guerreiros caídos como intermediários.

A igreja de Tempus acolhe fiéis de todo o gênero e sua aparência parece de uma instalação militar. Os clérigos de Tempus são encarregados de manter no estado de guerra regras e respeito à reputação, minimizando o derramamento descontrolado de sangue e trabalhando para finalizar rixas inúteis. Eles treinam a si e outros para a prontidão nas batalhas visando proteger a civilização de monstros, e punem todos aqueles que lutam desonradamente ou que tenham covardia. Colecionar e venerar as armas de guerreiros famosos é uma prática comum nos templos de Tempus. Clérigos devem derramar algumas gotas de sangue (preferivelmente o seu próprio ou de um inimigo valoroso) todo dia dez.

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Nudity, uma sacerdotisa de tempus

Os clérigos de Tempus rezam pelos feitiços antes do meio-dia. A maioria de seu clero tendem a ser homens acostumados a batalha, mas outros também são bem vindos. Vésperas e aniversários de grandes batalhas costuma ser feriados nos templos locais. O Banquete da Lua é o dia anual em honra aos mortos. Cada templo oferece o Banquete dos Heróis no alto meio-dia e a Canção dos Tombados no por do sol, também havendo a Canção da Espada depois do escurecer para os leigos.

História/Relacionamento: Tempus cresceu com a primeira batalha entre Selûne e Shar. Ele orientou a divindade do Cavaleiro Vermelho e casualmente é amistoso como Nobanion, Gond, Valkur e Utghar. Mesmo sendo o oposto do pacífico deus Eldath, pune todos os seus fiéis que abusam de seguidores ou locais deste deus, talvez porque ache que a guerra tem pouco significado sem a paz para contrastá-la. Seu único inimigo é o emergente Garagos.

Dogma: Tempus não vence batalhas, ele ajuda o guerreiro merecedor a vencê-las. A guerra é justa e oprime os dois lados igualmente. Ela não deveria ser temida, e sim vista como uma força natural, uma tempestade trazida pela civilização. Armar todos que vão para batalha é necessário, até mesmo os adversários. A retirada de guerreiros desesperados nunca deve ser evitada. Destruir um adversário decisivo e terminar uma batalha rapidamente é melhor do que prolongar o atrito. Lembrem-se do que os mortos sentiram antes de você. Não deprecie nenhum adversário e os respeite pelo seu valor na batalha, não importando a idade, sexo ou raça. Tempus olha a favor daquele que se faz honrado na batalha, sem recorrer a truques baixos. Considere as consequência da violência da guerra, e não a faça imprudentemente. Aquele que evita todos os conflitos provoca mais mal do que o mais enérgico tirano.

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Pitura de Tempus existente no teto da Abadia da Espada em Esembra.

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