Magic_Ugin-490x600 Ugin O Dragão Espírito

Ugin, o Dragão Espírito

Ugin é um dragão-espírito de Tarkir com um profundo entendimento da magia incolor, tal como o famigerado Sopro de Ugin, também conhecido como Lumespectro, uma poderosa chama invisível que carrega o nome de seu criador.

Assim como todos os dragões, Ugin também possui uma arma natural que é emitir fogo através da boca. No entanto, ele aprimorou sua baforada flamejante a ponto de transformá-la em uma chama incolor e invisível. Esta metamorfose mágica é a mesma que encontra-se gravada no Pergaminho do Dragão que Chandra Nalaar roubou do Santuário das Estrelas, um museu de itens místicos de grande valor, no plano de Kephalai. Mas não se sabe se foi o próprio Ugin que transmitiu este conhecimento ou se o mesmo foi tomado dele.

Sendo um planinauta, ele é incomensuravelmente antigo. Sua longa vida lhe deu uma perspectiva única sobre o Multiverso. Ele o vê como uma peça inteira, inseparável, e busca compreender seus maiores mistérios. Ele estudou os padrões energéticos de planos inteiros, sua criação, destruição e renovação, e aplicou esses princípios universais para criar sua própria forma de magia. A magia de Ugin baseia-se na transmutação da matéria em energia, e seu poder pode ser controlado por todos.

Ele fazia parte de um trio de planinautas que incluía Sorin Markov e a litomante Nahiri, que atraiu os Eldrazi para Zendikar com o intuito de aprisioná-los dentro de um local que mais tarde foi batizado como Olho de Ugin. Originalmente a ideia era destruir os Eldrazi, mas os planinautas perceberam que nem mesmo seus poderes juntos seriam capazes de tal proeza. Assim, preferiram uma estratégia mais ousada: o confinamento eterno.

Ugin rastreou e documentou esses grandes titãs em uma tentativa de compreender seu propósito e natureza. Por fim, o dragão usou sua própria magia incolor para combater aquelas abominações devoradoras de mundos, consumindo sua própria vida no processo. Ele organizou os edros no interior das montanhas de Akoum para agirem em sincronia e criarem um campo energético de contenção. Para garantir que o lacre místico não fosse rompido, os três planinautas usaram uma espécie de mecanismo mágico, o qual foi chamado de Olho de Ugin, que só poderia ser ativado na presença da energia de três planinautas em conjunto com chamas incolores.

Mais de mil anos atrás, Ugin se deparou com o dragão planinauta maligno e ancestral chamado Nicol Bolas. Apesar do motivo de sua batalha mortal ainda ser desconhecido, tal confronto ocorreu nos céus de Tarkir. Antes de ir para o Olho de Ugin, Sarkhan Vol foi informado por seu mestre Nicol Bolas que havia cavado fundo na mente de Ugin para obter informações sobre os Eldrazi e sua prisão, mas nem mesmo através desta violação mental, Ugin revelou completamente o segredo para libertar os devoradores de mundos. Por isso, Sarkhan foi enviado até Zendikar para resolver a última parte deste enigma do Despertar dos Eldrazi.

Nicol Bolas ordenou que ele aguardasse na montanha onde se encontra o Olho de Ugin até o momento certo… mas o tempo e a solidão fizeram vozes ecoar na cabeça de Sarkhan. Assim, ele agora é atormentado por sussurros em sua cabeça, que parecem se originar de espírito de Ugin. No entanto, sua crença em servir ao grande dragão e seus instintos prevendo algo maligno, entraram em um profundo dilema e sua mente foi tomada por uma espiral de loucura. Sarkhan desistiu de pensar… e agora apenas segue seus impulsos.

O planinauta xamã dracônico Sarkhan Vol estava arrependido de seus feitos sob o mando de Bolas e encontrou uma maneira de voltar no tempo até a época em que ocorreu a batalha entre os dois dragões, com o objetivo de salvar a vida de Ugin, usando um dos edros que o dragão havia criado em Zendikar.

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Fonte: MTGVortex
Revisão e Publicação: Bruno de Brito

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