Comentários do mestre

Sessão jogada no dia 08-01-2017, com presença total de seus jogadores via sistema online (Roll20.net). Marcou o término da Crônica: A Comitiva do Aviso, quando os personagens conseguiram chegar ao seu destino, para avisar as autoridades locais sobre o cerco orc a Vila de Unicórnio Cinza.

Eles acabaram sendo encontrados por um grupo de batedores da Cidadela Verde, que estavam vasculhando os arredores para prevenir que as caravanas dos ilustres xerifes – autoridades responsáveis pelo governo das cinco cidadelas que compõe o Protetorado Morth, fossem atacadas.

Os xerifes estavam se deslocando para a Reunião do Conselho Morth, que ocorre a cada 4 anos, e é sediada em uma das Cinco Cidadelas, tendo sido escolhida a Cidadela Templo de Elorian (também conhecida como Cidadela Verde), como sede do encontro neste ano.

Assim os protagonistas serão engajados numa nova fase e crônica. Vamos acompanhar o desenrolar da sessão de jogo no decorrer desses 4 artigos, que trazem o resumo de suas interações e o encaminhamento para a nova fase de aventuras.

102_0393-600x450 Presente de goblin: um interrogatório amigável

No interior das muralhas da Cidadela Verde, os personagens descobrirão muitas aventuras.

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Para ver o capítulo anterior, clique aqui.

Presente de goblin, parte 1: um interrogatório amigável

Após serem conduzidos por Kvasir e seus batedores até uma grande caravana, onde estavam reunidas as maiores autoridades do Protetorado Morth, Juliette Tasselroff, devido ao seu prestígio, foi alocada confortavelmente numa carroça, enquanto os demais membros seguiam a mesma a pé.

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Carroças e carruagens levavam autoridades e produtos para a Cidadela Verde.

O grupo viu uma grande quantidade de homens de armas, entre soldados, guerreiros livres e cavaleiros, que escoltavam quatro dos cinco Xerifes do Protetorado. Eles seguiam para uma reunião que estava marcada na Cidadela Verde (como também era conhecida a Cidadela Templo de Elorian), e que ditaria os caminhos do Protetorado e suas mais importantes cidadelas durante os quatro anos vindouros.

Enquanto Delgrin Escudo Dourado e Glader observavam os demais comerciantes buscando analisa-los, Sigurn pensava em como reverter sua condição de licantropo. Forlin, percebendo um alvoroço entre alguns dos membros da caravana, que iam e voltavam de uma cachoeira que ficava num ponto da passagem da mesma, decidiu se unir a um grupo de soldados que era rendido por outro que havia ido se banhar, foi até a famosa Cachoeira do Lago Azul, um balneário local, não muito distante da cidadela, onde as pessoas se banham e fazem reuniões ao ar livre, as proximidades da Taverna do Lago Azul.

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Ponto de passagem da caravana, passava próximo a um ponto de banho.

O grupo foi interpelado por Kvasir sobre o paradeiro da carta, que oficializava a missão deles, recebendo como resposta que ela estaria com Forflin, cujo o paradeiro, nenhum membro sou informar. Aborrecido, Kvasir e dois batedores saíram para procura-lo.

Após cinco horas de viagem, o grupo chegou a Cidadela Templo de Elorian, onde reunidos novamente, foram levados até a presença de Erwin Flecha Fantasma, Capitã da Guarda da Cidadela Verde e Senhora de Armas dos soldados locais.

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Um dos estranhos homens que ficou na porta.

Durante o diálogo entre eles dois outros membros chegaram, um era um gargastano, de porte altivo e trajando uma armadura de batalha, o outro era um homem alto e esguio. Ambos entraram, ficaram de pé em cada lado da porta de acesso a esse gabinete.

Ela era uma alta elfa, de olhar arguto e penetrante. Começou a inquirir os membros da comitiva sobre suas trajetórias naquela comitiva, buscando colher deles o máximo de informações que pode obter.

Delgrin, sentindo-se indignado com a sensação de desconfiança que aquele “interrogatório amigável” estava sendo conduzido, observou – principalmente quando a elfa solicitou que Kvasir tomasse nota dos nomes de todos aqueles que fizeram parte e desempenharam ações importantes naquela comitiva, declarou seu descontentamento, sendo persuadido por Juliette – que compreendia o protocolo usado pela capitã naquele encontro, a colaborar e entender a necessidade daquele encontro.

Após Juliette conseguir desfazer o clima pesado de desconfiança que pairou, os diálogos continuaram. Durante a conversa, eles a informaram que além do exército orc, havia um homem chamado Haphiner Olhos Ambar que pretendia despertar um dragão na Floresta do Medo. Ao ouvir o nome Haphiner, a elfa e Kvasir se entreolharam.

A ladina falou com a capitã, destacando o papel importante que cada membro da comitiva desempenhou, e a elfa ressaltou que o documento serviria para registrar os nomes daqueles que deveriam ser recompensados pela proeza. Os demais membros do grupo consentiram com a proposta e, lentamente, foram relacionados os membros da comitiva, aqueles que estavam presentes assinaram o documento e alguns deveriam retornar para novos diálogos (Forflin e Sigurn, mais precisamente).

Erwin entregou a carta para o homem de armadura de batalha, que imediatamente deixou o recinto, juntamente com o outro que havia entrado.

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Erwin Flecha Fantasma agradeceu aos aventureiros.

Lady Erwin parabenizou os aventureiros e informou, que devida as festividades, a audiência deles com a Xerife da Cidadela Templo de Elorian, Vsª Alteza Samira Morus D’Ilcs deveria ser marcada para daqui a duas semanas, lhes sendo ofertados alojamentos nos estabelecimentos militares da cidadela. Contudo, alegando que não poderia deixar seus salvadores em alojamento militares, Juliette Tasselroff ofereceu a eles hospedagem durante o período de espera na Estalagem e Taverna do Verme Verde.

Os anões aceitaram a oferta da nobre como uma lisonja e não se recusaram a aceita-la. Antes de deixarem o local, Delgrin requisitou uma audiência com Lady Samira para Erwin, sendo informado que infelizmente, por conta do incidente com sua companhia anã, a data da audiência que teriam havia sido perdida e a remarcação deveria ocorrer após essas duas semanas informadas.

Forflin perguntou a Sigurn, se não seria aquele o momento para ele informar sobre sua doença para aquela autoridade local, Delgrin cochichou o mesmo, no entanto, Sigurn, em voz baixa, declarou que não seria bom que muitas pessoas soubessem disto naquele momento, devendo aguardar o momento de encontro com a Xerife da Cidadela.

No momento da saída dos membros da comitiva, Erwin os agradeceu novamente pelos esforços que empreenderam e os informou que poderia ser necessário que fossem novamente convocados para futuros esclarecimentos e solicitou que nenhum dos integrantes daquele grupo deixasse a cidadela.

Dirigiu um olhar enigmático para Forflin e Sigurn e destacou que ambos seriam chamados em breve.

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Alguns personagens saíram do escritório de Erwin, com o pressentimento de ainda veriam aquelas paredes novamente.

Para ver a continuação, clique aqui.

Criação e elaboração: Patrick, Alan, Ângelo, Sandro, Shin.
Autoria da logo de capa: Shin
Fontes de imagens: internet

Presente de goblin: um interrogatório amigável
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